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O blog do Fi

um português em Berlim

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DEIXA-ME SER: o que dizem os leitores sobre o livro

Filipe B., 09.11.17
Apresentação do livro na Covilhã, Janeiro de 2017.

Agora que o Deixa-me ser foi publicado também em formato digital na loja Kindle da Amazon novos leitores tiveram acesso ao livro e por isso tenho recebido muitos comentários positivos. Hoje partilho convosco alguns excertos das opiniões que me foram chegando desde a publicação do Deixa-me ser há um ano. 

Antes de passarmos às reviews, quero só agradecer a  quem escreveu estas palavras. Acreditem que a Força que aqui transmitem não é só para mim mas também para muitas outras pessoas que passaram ou ainda estão a passar por fases complicadas da sua aceitação e do seu coming out. OBRIGADO por darem a tudo isto um propósito!



Sara Cristina:
"Não tenho palavras para descrever o quanto amei este livro. Faz qualquer um entender o que é viver verdadeiramente no mundo LGBT, a nível do preconceito e homofobia e sobretudo do não aceitar por parte da família. Um dos melhores livro que já li este ano sem dúvida."

Pedro Leiria: 
"Uma excelente obra biográfica onde ficamos a conhecer melhor o autor, o rapaz frágil que conseguiu vencer 'in extremis' as dificuldades com que se deparou nos momentos mais delicados da sua existência. Vamos conhecendo o processo que o levou para uma maturidade, força e gosto pela vida que hoje o caracterizam. Um bom exemplo para aqueles que se sentem excluídos e para os que não compreendem que nem todos somos iguais."

Susana Alves:
"Apesar de o encontrarem na secção de livros LGBTI, é um livro para todos. É mais do que um livro sobre a luta pelos direitos humanos. É sobre todos nós, sobre a auto descoberta, o auto conhecimento, a auto aceitação. Um livro onde se sente a sinceridade e transparência em cada palavra, sobre a luta pelo direito de seres quem és, mesmo que esse ser vá contra as expectativas da sociedade."

Panagiotis Mell:
"Um dos melhores livros que já li! Uma abordagem sensível e realista sobre uma questão que deve interessar a todos."

Carla:
"Devorei completamente este livro do início ao fim!  Obrigada ao autor por contribuir para desmistificar o que algumas cabeças duras não compreendem, que amor é amor sob todas as formas possíveis de o ser e que o mais importante e a base de tudo é o amor-próprio."

Ana Ribeiro:
"Estava de longe de imaginar a marca que este livro iria deixar. Uma leitura incrível que recomendo para pais e filhos. Afinal entre dizer que se aceita a diferença e fazê-lo vai uma autoestrada."

Ricardo Ruaz:
"O que mais me fascinou, além da sobrevivência e da curiosidade em saber o desenrolar dos enredos amorosos... foi mesmo as semelhanças com a minha própria história de vida. Identifiquei-me com a sua fase de rebeldia de tempos académicos, liberdade, novas emoções, amigos para a vida..."

Ana Anes:
"Mais do que um livro sobre a comunidade LGBTI, é um livro sobre crescer, sobre procurar o nosso lugar no mundo e sobre lutar contra o pré-definido. É sobre esperança e sobre força. Às vezes sobre o lado negro da força, também."

Rafael Fernandes:
"É sem qualquer inibição que o autor expõe a sua intimidade e aborda temas como o suicídio, doenças mentais ou violência em relações amorosas.  Esta não é uma história negra mas sim um perfeito exemplo da técnica de pintura italiana chiaroscuro – um jogo de luz e sombras que formam um puzzle da vida de alguém que passou por tanta coisa. Deixa-me ser é o testemunho visceral e profundamente honesto do coming out do Filipe." 



Estas e outras análises ao livro podem ser lidas aqui no Goodreads.

Livro à venda aqui.

Um livro que vos recomendo.

Filipe B., 20.06.15


O Grande Gatsby (The Great Gatsby) estava na minha lista de espera de livros há algum tempo.

Conhecia bem a fama de clássico que o livro carregava, sabia que já tinha sido adaptado ao cinema umas cinco vezes e até tinha visto a última adaptação (com o Leonardo DiCaprio)

Quero eu dizer que o peso épico do livro já se fazia sentir mesmo antes de o começar a ler. E a partir daí o peso só aumentou. De facto, este romance do autor americano F. Scott Fitzgerald é uma obra que nos traz uma crítica honrosa à moral e aos costumes do "sonho americano".

O livro foi lançado em 1925 (quase há cem anos!) e nem por isso podemos dizer que está desactualizado, pois este carrega consigo um prazer que parece ser infinito no desenrolar das letras que o compõem. Há sempre uma ironia a despertar a cada parágrafo e mesmo um senso de realidade para nos lembrar que nem sempre ganham os justos nesta sociedade de falsos moralismos.

Só lendo se entende, perfeitamente.

Talvez por isso ainda nenhum realizador de cinema tenha acertado em cheio na adaptação da sublime estória que aqui é contada. Eu vi o filme primeiro e adorei ler o livro depois, mas talvez preferisse não ter visto o filme inicialmente, não é que não tenha gostado desse, mas penso que poderia ter desfrutado muito mais da obra escrita, com direito a mais surpresas literárias.

Recomendo. É uma excelente e surpreendente leitura.

O Dia Em Que Nasci - a história de Tomé

Filipe B., 06.06.15


Tomé é um adolescente preso em casa, pelo seu próprio pai, que o mantém acorrentado numa cave poeirenta. Mas um dia, um grupo de

desconhecidos obriga Tomé a sair para fora desta casa, descobrindo muitas coisas para além do que conhecia até então. Revelado o segredo que o mantinha aparte, Tomé conhece então Vera, uma jovem que cresceu nas mesmas condições e com quem principia a luta contra aqueles que mantêm uma guerra longa e sem sentido.

O Dia Em Que Nasci conta a história da emancipação de um jovem que, ao descobrir o mundo, decide lutar pela sua transformação num lugar onde todos tenham um futuro possível.

Pode adquirir o livro aqui.


Apresentação do livro na Feira Cultural de Coimbra, 31 de Maio de 2015 - sessão de autógrafos.